Os melhores momentos que passo na UCIN são os do "canguru". Canguru é o nome dado à técnica de colocar o bébé prematuro só de fralda no peito nú da mãe e envolver depois os dois com a bata e assim ficar, reclinados num cadeirão, com a iluminação reduzida, durante duas horas. É mágico como durante essas duas horas o bébé fica completamente estabilizado e com os valores ideais (tensão, frequência cardíaca e respiratória, etc, pois continua monitorizado com os eletrodos) durante todo o tempo. É mágico como as duas horas passam num instante, o bébé dorme sereno e eu tenho o meu momento zen em que consigo esquecer tudo o resto e concentrar-me na respiração dele, no seu cheiro, na sua pele, e cantar-lhe baixinho. Foi mágico quando o pude fazer pela primeira vez, após 6 dias do nascimento a um e 7 a outro (é um dia cada um). Quando presente o pai também pode beneficiar desta experiência e é vê-los, maravilhados, com sorriso de orelha a orelha e em caso de gémeos pode estar a mãe com um e o pai com outro. Os estudos apontam que esta técnica promove de facto a estabilidade de algumas funções vitais do bébé, protege o vínculo materno-infantil uma vez que o bébé reconhece o som do coração e da voz da mãe, o cheiro da mãe e tranquiliza-o emocionalmente. Para a mãe (é comum a todas) é o melhor e mais ansiado momento do dia quando eles "saltam" da incubadora para o nosso colinho.
5 de dezembro de 2012
2 de dezembro de 2012
metamorfoses
Li-o há vários anos atrás, ficou-me marcado nessa altura, altura em que a vida se compunha de outros objectivos, desenhava outros caminhos e apresentava outras personagens.
"A última escala do Tramp Steamer" de Álvaro Mutis, peguei nele outra vez, foi o primeiro título que me ocorreu quando procurei algo para me acompanhar durante a hora de troca de turno em que sou obrigada a sair da UCIN. Releio-o e faço duas viagens numa só: a dos personagens que voltam a agarrar-me à sua história e a do tempo, do meu tempo, dos cheiros e músicas e espaços da época em que conheci aqueles personagens. Sei porque foi a ele que as minhas mãos procuraram: encerra um conto de nostalgia, solidão, distância e transição. Mostra como um acontecimento ou alguém pode, em pouco tempo, transformar um ser humano. Sei que o momento que estou a viver e que vem a desenrolar-se de alguns meses a esta parte me faz deixar muita coisa de mim para trás, tenho como que uma segunda pele, sei que nunca mais serei a mesma pessoa nem fisica nem afetiva nem psicologicamente. E não sei se isso faz de mim melhor ou pior pessoa, sei apenas que diferente.
30 de novembro de 2012
Crónicas de uma nova vida #2
Vivo agora num outro mundo, com outros sons, cheiros, pesos e medidas. Um mundo liliputiano onde a diferença se faz grama a grama, mililitro a mililitro e onde os heróis não se medem, mesmo, aos palmos.
Vivo, neste novo mundo, não só a minha como as outras histórias que partilham o espaço daquela UCIN, vibro com cada grama mais que o A ganhou, com a vitória do B que finalmente respira sem apoio ou com a C que já mama.
Já não tenho nome, sou, na UCIN, nos corredores, no refeitório, na secretaria, na portaria, daquela maternidade, a mãe dos gémeos, e vivo agora numa nova dimensão onde como, durmo e tomo banho porque é preciso, e mais necessidades, premências ou urgências não tenho, só preciso de lá estar.
Os meus meninos, tão pequeninos e tão grandes, tão frágeis e tão valentes, fizeram hoje duas semanas de nascimento e continuam no bom caminho.
28 de novembro de 2012
De que cor são os beijos?
"- E sabes? Muitas vezes os beijos são também de um lilás escuro e misterioso. São aqueles que nos consolam quando estamos tristes ou confundidos e não sabemos que fazer ou para onde ir e nos dizem: "não te preocupes, que eu vou estar sempre ao pé de ti"."
Extracto de "Mamã de que cor são os beijos?", Carla Pott/Elisenda Queralt
Extracto de "Mamã de que cor são os beijos?", Carla Pott/Elisenda Queralt
26 de novembro de 2012
Crónicas de uma nova vida # 1
Não consigo neste momento falar pensar ou sentir para além disto e preciso de exprimir-me de alguma forma em algum recanto. Os meus filhos mais novos começam a sua vida numa UCIN (Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais). Nos últimos tempos têm passado várias reportagens sobre a prematuridade nos noticiários mas efetivamente muito pouco ou nada se consegue mostrar do que é esta realidade. E a realidade é que é avassalador, avassalador, avassalador (é a palavra que ecoa no meu cérebro a cada instante). É avassalador em primeiro para o recém-nascido que não só passa do seu casulo aquático para um ambiente estranho antes de estar preparado como passa para um ambiente no qual não reconhece as vozes nem o toque que lhe são familiares e onde tem de lidar com a dor física por força de entubações, agulhas, sondas, ventiladores etc. É avassalador para a família no geral e para a mãe em particular face à impotência que se sente perante a fragilidade de um filho.
Dia 1 - Os meus filhos nasceram com 2 minutos de intervalo, apenas lhes ouvi um choro tímido e me foram mostrados num relance na passagem entre as mãos do obstetra e a incubadora, do outro lado da porta. Deles só ouvi do doutor "são giros e são iguais". A anestesia acalmou a ansiedade.
Dia 2 - Complicações pós-parto e não pude ver os meus filhos. Não sei o que me fez pior se lidar com a dor fisica se com a dor de sentir os meus filhos "ao abandono" num ambiente estranho.
Dia 3 - Finalmente a primeira visita aos meus filhos e o embate com a realidade de uma UCIN. O abalroamento emocional não tarda. Os meus pequenos filhos estão rodeados de máquinas, com eletrodos, cateters, vendas, tudo ligado e montado nos seus corpos minúsculos, rodeados de pessoas que estão concentradas e preocupadas com a sua evolução/tratamento/bem-estar como tem de ser mas que não sabem lidar com a ansiedade da mãe e com a necessidade de entender o que se passa.
Dia 4 - Um dos meus filhos tem uma agulha espetada do lado esquerdo do torax, "foi uma pequena bolha no pulmão, mas agora está estável", disseram mas já os ouvi muito longe tal foi a vertigem ao perceber o sofrimento do meu pequeno bébé a quem só queria agarrar e proteger. Levaram-me embora de volta para o quarto com a desculpa de que iam fazer um rx torácico e era melhor eu não estar presente. Mais uma vez a sensação devastadora de impotência. Chorei todo o dia, e toda a noite.
É-me muito dificil pôr por palavras os sentimentos dessa primeira semana: de cada vez que entrei nas portas decoradas com o Winnie the Pooh e o Mickey era tamanha a intimidação que não consegui fazer as perguntas que queria, tocar nos meus filhos como queria, falar-lhes e cantar-lhes como desejava. Intimidação face às máquinas e apitos e fios e registos e principalmente face àqueles profissionais que têm a vida dos meus filhos nas mãos e nos olhos.
Tive alta ao fim de uma semana de internamento e de 5 dias após o parto.
Sair da maternidade sem eles foi terrível, foi como se os abandonasse, chegar a casa sem eles foi outro choque incomensurável.
Nasceram fez hoje 10 dias, desde que tive alta vou de manhã bem cedo para a maternidade e fico até às 19h00 (apesar de todas estas novas rotinas, as rotinas do meu filho mais velho têm de ser respeitadas), já lhes toco e pego e falo e canto, mas também choro, sem eles verem .
Os meus filhos não nasceram no limite como muitos outros, hoje estão estáveis e estão a ganhar peso mas, e como me dizem daquelas portas para dentro, é um dia de cada vez.
20 de novembro de 2012
novas
pronto foi mais cedo os manos v. e v. ja ca estao.
resumo que escrever no telemovel nao me agrada e nao sei quando irei para casa: quarta feira internamento na maternidade, quinta decisao medica de cesariana, sexta, dia 16 com 31 semanas os pinipons saltam da mae para a incubadora e la estarao durante os proximos tempos para continuarem a crescer. muita angustia, muita ansiedade mas muita fe nos meus pequenos herois. coracao de mae sofre...
resumo que escrever no telemovel nao me agrada e nao sei quando irei para casa: quarta feira internamento na maternidade, quinta decisao medica de cesariana, sexta, dia 16 com 31 semanas os pinipons saltam da mae para a incubadora e la estarao durante os proximos tempos para continuarem a crescer. muita angustia, muita ansiedade mas muita fe nos meus pequenos herois. coracao de mae sofre...
9 de novembro de 2012
O amor divide-se ou multiplica-se?
Há muito que preciso de verbalizar os sentimentos que me inquietam agora que serei mãe de novo, ou melhor, serei uma mãe partilhada.
Não sei se este é um sentimento comum ou não mas à alegria de esperar mais dois filhos junta-se um medo terrível, um duplo medo: medo de que o meu filho, único até agora, a quem durante 6 anos foi devotada toda a atenção, se sinta menos amado, que sofra, que crie ressentimentos e medo de não ser capaz de amar tanto os irmãozinhos como amo e sempre amei a ele, desde o momento em que soube que ele já existia dentro de mim. Acredito que o amor não se divida, antes se multiplique mas, não tendo referências pessoais por ser filha única, não consigo evitar esta dualidade de emoções, estes receios. São devaneios tresloucados meus? Ou, antes pelo contrário, passa pela cabeça de todas as mães?
7 de novembro de 2012
Perguntas dificeis
Passada a fase do querer saber como são feitos os bébés, como vão para a barriga e como saem de lá, as perguntas difíceis do meu filho são agora, e pelo menos para mim, as verdadeiramente difíceis:
"Mamã como é que Jesus está no meio de nós se ele morreu?"
"Mamã como é que as pessoas morrem e vão para o ceú se tudo o que vai para o ar cai se não tiver para-quedas?"
"Mamã o que é o espírito santo? E o que é só o espírito?"
(isto é só um reduzido exemplo das suas questões teológicas e metafísicas...)
E não há nada que o cale enquanto as respostas não fizerem sentido lógico na sua cabecita de 5 (quase quase 6) anos. Como se fosse fácil explicar a fé e o abstrato de forma lógica!
"Mamã como é que Jesus está no meio de nós se ele morreu?"
"Mamã como é que as pessoas morrem e vão para o ceú se tudo o que vai para o ar cai se não tiver para-quedas?"
"Mamã o que é o espírito santo? E o que é só o espírito?"
(isto é só um reduzido exemplo das suas questões teológicas e metafísicas...)
E não há nada que o cale enquanto as respostas não fizerem sentido lógico na sua cabecita de 5 (quase quase 6) anos. Como se fosse fácil explicar a fé e o abstrato de forma lógica!
3 de novembro de 2012
A espontaneidade da gravidez
À pergunta : "Foi uma gravidez espontânea?", feita na maternidade eu e Mr. H segurámo-nos para não rir e respondemos qualquer coisa como "Bem...precisámos um do outro..". Sim porque da primeira gravidez nunca ninguém nos perguntou tal coisa e de gravidezes espontâneas a história só reza uma e mal contada...
A boa disposição instalada de parte a parte lá veio a contextualização: o aumento do número de gravidezes gemelares provem do maior número e melhoria das técnicas de reprodução clinicamente assistida, logo, interessa aos técnicos de saúde perceber se é o caso da nossa ou se foi obra e graça da natureza. Depois disto a questão já se repetiu por diversas vezes (em laboratórios, ecografias, outras consultas...) e já pude responder calmamente que sim, foi uma gravidez espontânea, muito espontânea.
Polar Post Crossing 2012
Este ano e porque, desconfio, estarei fora de circulação nessa altura a tomar conta de 3 rapazes em simultâneo (4 vá contando com Mr. Husband) e /ou ainda na maternidade, não me comprometerei mas como é somente a melhor celebração natalalícia da blogosfera, promovida pela Pólo Norte do Quadripolaridades, aqui fica o destaque.
Para mais informações passar por Aqui.
31 de outubro de 2012
Halloween vs "bolinhos e bolinhós"
Se há "festividade" (ou pseudo-festividade) à qual não consigo ver piada nenhuma é ao Halloween e tenho andado os últimos dias a desviar o assunto e a desejar que o meu filho não se lembre de pedir para vestir-se de esqueleto, fantasma ou zombie...
Quando era miúda ia com os meus primos cantar os bolinhos e bolinhós de porta em porta na rua da minha avó, um levava a abóbora com uma vela acesa dentro, outro o saquinho onde carregávamos os doces, nozes e dinheiro que nos davam e todos cantavamos. Quem dava levava com um "esta casa cheira a vinho aqui mora algum santinho" (?! pois, nunca percebi) ou "esta casa cheira a broa aqui mora gente boa", quem não dava era enxovalhado com um "esta casa cheira a alho aqui mora algum espantalho", mas por norma era uma noite lucrativa e animada porque nos cruzávamos na rua com outros grupos de crianças e os adultos ficavam em casa à espera das visitas alheias e do regersso dos seus.
Se, no entanto, o meu filho resolvesse partir à aventura com os seus amigos a cantar os "bolinhos e bolinhós" de porta em porta na noite escura, eu deixava?
No way, muito perigoso...
26 de outubro de 2012
Felizes os ignorantes
Em stand-by para o mundo e de frente para uma janela à chuva chego a conclusões muito aborrecidas.
Gostava mesmo de saber o que faz daquelas pessoas muito seguras e confiantes pessoas tão seguras e confiantes, que sabem sempre que o que fazem fazem muito bem (e algumas fazem mesmo) porque eu cá parece que sei cada vez menos o que fazer, como fazer e desconfio mesmo que cada vez mais não sei fazer nada. Quando digo isto não me refiro só a pessoas jovens, bonitas, com cargos interessantes ou talentos estrondosos, com sucesso ou visibilidade, reconhecimento ou dinheiro. Há pessoas muito seguras e confiantes, certas daquilo que sabem fazer nas mais diversas ocupações, de todas as idades e condições sociais. A minha avó toda a vida soube que ninguém sabia tratar da roupa melhor do que ela (e não). Outros têm talentos e não duvidam deles e essa certeza deve ser boa, deve ser reconfortante. Já houve tempos (há uma década mais coisa menos coisa) em que também tinha alguma confiança e algumas dessas certezas mas hoje, quantas mais pessoas e mais vidas conheço, mais certa estou de que era apenas ignorância.
23 de outubro de 2012
28 e 1/2
Vinte e oito semanas e meia de gemelar já cá cantam que é como quem diz, já me fazem rebolar. Com consulta na 5ª feira a única questão que me apetece colocar é: posso hibernar profundamente até ao dia D?
Pois com muita pena minha não consigo vir aqui deixar um post todo bonito como aqueles que eu vejo (que são bonitos mesmo) com uma barra de contagem das semanas e fotos das roupinhas e dos berços e essas fofuras todas.
Claro que, mesmo em modo tartaruga, também vou preparando o ninho e o duplo enxoval, mas estou num estado muito pouco delicodoce, deve ser da azia... Como este canto ainda vai servindo para expiar os meus humores não faz mal e se pudesse hibernar, hibernava!
Pois com muita pena minha não consigo vir aqui deixar um post todo bonito como aqueles que eu vejo (que são bonitos mesmo) com uma barra de contagem das semanas e fotos das roupinhas e dos berços e essas fofuras todas.
Claro que, mesmo em modo tartaruga, também vou preparando o ninho e o duplo enxoval, mas estou num estado muito pouco delicodoce, deve ser da azia... Como este canto ainda vai servindo para expiar os meus humores não faz mal e se pudesse hibernar, hibernava!
19 de outubro de 2012
Porque dormir é essencial
Ingredientes:
-1 comprimido de alprazolam (devidamente receitado pelo obstetra que não sou inconsciente);
- uma garrafa de água;
-tv ligada e respectivo comando;
-lenços de papel para quando chorar de rir ou chorar de pena ou chorar de dor ou chorar por chorar (grávida que se preze é sempre um bocadinho bipolar; grávida de gemeos é bipolar ao cubo);
- 6 almofadas de diferentes formas e feitios;
Manter-se na posiçao sentada, ligeiramente de lado, com 3 almofadas nas costas, outra para apoiar o braço, outra no meio dos joelhos e outra para apoiar a barriga.
Tomar o comprimido com água e reservar o resto para a sede nocturna.
Colocar ao alcance da mão direita o comando da tv para o zapping.
Verificar o stock dos lenços de papel.
Apagar a luz e esperar o tempo que for preciso.
Esta é a receita que por aqui se segue todas as noites na tentativa de dormir qualquer coisa. Acaba sempre por fazer efeito embora às vezes já seja manhã...
-1 comprimido de alprazolam (devidamente receitado pelo obstetra que não sou inconsciente);
- uma garrafa de água;
-tv ligada e respectivo comando;
-lenços de papel para quando chorar de rir ou chorar de pena ou chorar de dor ou chorar por chorar (grávida que se preze é sempre um bocadinho bipolar; grávida de gemeos é bipolar ao cubo);
- 6 almofadas de diferentes formas e feitios;
Manter-se na posiçao sentada, ligeiramente de lado, com 3 almofadas nas costas, outra para apoiar o braço, outra no meio dos joelhos e outra para apoiar a barriga.
Tomar o comprimido com água e reservar o resto para a sede nocturna.
Colocar ao alcance da mão direita o comando da tv para o zapping.
Verificar o stock dos lenços de papel.
Apagar a luz e esperar o tempo que for preciso.
Esta é a receita que por aqui se segue todas as noites na tentativa de dormir qualquer coisa. Acaba sempre por fazer efeito embora às vezes já seja manhã...
18 de outubro de 2012
Da(s) causa(s) ao efeito
Eu deprimo
Tu deprimes
Ele deprime
Nós deprimimos
Vós deprimais
Eles deprimem
Estou farta.
Tu deprimes
Ele deprime
Nós deprimimos
Vós deprimais
Eles deprimem
Estou farta.
14 de outubro de 2012
Estado de graça ?!
Em jeito de desabafo: na minha 1ª de gravidez e saltando pequenas contrariedades posso dizer que foram 40 semanas de verdadeiro estado de graça, desta vez, e já lá vão 27 semanas, tem sido um estado sem gracinha nenhuma, é mais um estado de nervos.
Para aliviar o negativismo: esta coisa de ter de fazer repouso forçado, permitiu-me, com ajuda da Foxlife, "limpar" Downtown Abbey T1 e T2 e estar preparadissima para a T3 a começar amanhã.
Para aliviar o negativismo: esta coisa de ter de fazer repouso forçado, permitiu-me, com ajuda da Foxlife, "limpar" Downtown Abbey T1 e T2 e estar preparadissima para a T3 a começar amanhã.
12 de outubro de 2012
Look do dia
ou aquilo que o meu filho vê quando me olha...
Descurou alguns pormenores mas focou-se no essencial.
Descurou alguns pormenores mas focou-se no essencial.
7 de outubro de 2012
Sinais decifrados
Pois afinal os sinais acerca dos quais fiz a última publicação eram premonitórios das mudanças. Há uma grande probabilidade deste pobre e inconstante blogue passar a conter (não sei com que regularidade) muito "material" de puericultura e de (in)sanidade materno infantil já que há seis meses que estou num estado interessante a dobrar.
Pois é para quem esperava algumas mudanças na vida o destino não podia ter feito melhor e presenteou-me com mais dois homens na minha vida a juntar aos dois pré-existentes. Dois futuros homens que para já são ainda uns pinipons que não pesam sequer 1kg cada mas que se divertem imenso a fazer acrobacias e a deixar a mãe KO de corpo e mente.
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