... As viagens/passeios que fiz.
(Porque agora só se for a pé e acampar debaixo da ponte)
16 de março de 2013
15 de março de 2013
Cativou-me
Como posso ficar indiferente ao papa que escolhe Francisco para o seu nome?
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Eu e a minha almofada
14 de março de 2013
Como nos filmes #2
Dançavam a última música do concerto, cheio, do Lloyd Cole, e continuaram no meio do recinto quando este acabou. O tempo tinha parado e quando deram conta não havia mais ninguém, excepto eles, a dançar sem música.
E desse lado, cenas de filme a que tenham assistido/vivido na vida real?
10 de março de 2013
S/T
Será que quando começamos a ponderar as palavras com receio de ferir susceptibilidades é sinal de que devemos ir pregar para outra freguesia?
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Eu e a minha almofada
9 de março de 2013
I'll always have...
...os livros que já li.
(Porque agora é só literatura infantil e vou com sorte)
(Porque agora é só literatura infantil e vou com sorte)
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Eu e a minha almofada
8 de março de 2013
Sabemos que o nosso cérebro anda amarfanhado quando...
...levamos os nossos bébés a uma consulta um mês antes!
Pois hoje levanto-me as 06h30 da manhã, num stress para levar o mais velho ao colégio e estar às 8h30 no Hospital pediátrico com um dos gémeos para uma consulta de otorrino sem atrasos. Chego lá muito a tempo, cerca das 08h20 e revejo a carta do hospital para verificar qual o piso da consulta mas o que vejo é : consulta dia 8... de Abril!! E mais: é às 10h30 e não às 08h30!
Foi ou não foi um bom início de dia?!
Pois hoje levanto-me as 06h30 da manhã, num stress para levar o mais velho ao colégio e estar às 8h30 no Hospital pediátrico com um dos gémeos para uma consulta de otorrino sem atrasos. Chego lá muito a tempo, cerca das 08h20 e revejo a carta do hospital para verificar qual o piso da consulta mas o que vejo é : consulta dia 8... de Abril!! E mais: é às 10h30 e não às 08h30!
Foi ou não foi um bom início de dia?!
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Coisas chatas,
Mãe ao cubo
Crónicas de uma nova vida #8
Esta será a última destas crónicas. Tiveram inicio numa altura de profunda solidão na minha vida, a pior das solidões, aliás, que é aquela que sentimos mesmo rodeados por imensas pessoas. Numa altura em que facilmente me poderia ter entregue a uma depressão sem fim não fosse achar que não tinha esse direito, que os meus filhos mereciam mais de mim. Devido à precipitação de toda a situação, que não repetirei porque quem me segue habitualmente já a conhece de sobra, tive os meus filhos sem a presença do meu marido, a trabalhar fora. Não tinha os meus filhos ao meu lado como as outras mães, não tinha o pai dos meus filhos ao meu lado, a minha vida tremeu, a minha alma estremeceu, e os meus olhos não encontravam o que queriam e precisavam. Chegou um mês e meio depois, na véspera de terem alta. E assim foi um mês e meio a percorrer os mesmos corredores, a olhar para o mesmo relógio sempre parado nas 17h45, a comer na mesma cantina, sem a presença da única pessoa que poderia querer ao meu lado, sem a única mão que poderia querer na minha. Não que me faltassem mãos e braços a envolver-me mas não chegavam, nada me chegava, para apaziguar a dor e a impotência de ver os meus filhos a lutar pela sua sobrevivência e fortalecimento e a dor de me ver sozinha perante tudo isso. Foram 29 semanas e meia (desde o diagnóstico às 16 semanas de gestação até à alta dos bébés) de sofrimento, medo e solidão como nunca tive na minha vida. Não se passa por isso incólume, há marcas e mágoas que não se apagam, ainda que se ultrapassem.
Foi aqui neste meu espaço que encontrei alguma paz escrevendo sem saber sequer se alguém me leria, tão longa havia sido a minha ausência. Mas ver o que sentia preto no branco ajudou-me a manter a objectividade, e todas as palavras de apoio e retorno que fui recebendo aqui e no meu mail foram uma espécie de âncora num navio que navegava em desequilíbrio e agradeço-as todas do fundo do meu coração. Conheci também um espaço de partilha fantástico, grupo (fechado) "Mãe de Gémeos" no facebook onde me senti verdadeiramente compreendida pois conheci as histórias idênticas ou piores do que a minha de muitas outras mães e onde sempre recebi ( e recebo) palavras de incentivo, ânimo e carinho de pessoas que não o fazem por obrigação mas por genuína empatia. E se descobri super-mulheres por lá...
Agora os bébés estão bem, e estão integrados na dinâmica familiar com toda a normalidade ainda que com as especificidades que a sua condição de prematuros exige. Terão sempre uma história de inicio de vida especial mas a sua existência é transversal à minha, à do pai e à do irmão e por isso estas crónicas numeradas que davam conta dos seus progressos e da minha vida enquanto mãe de prematuros internados chegam ao fim. Continuarei a falar dos meus valentes bébés mas achei que as crónicas mereciam um último episódio condigno, um ponto final que marcasse uma nova etapa das nossas vidas.
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Eu e a minha almofada,
Mãe ao cubo
7 de março de 2013
Como nos filmes #1
Todos temos pequenas "cenas de filme" na nossa vida protagonizadas ou meramente assistidas por nós que dão cor às nossas memórias. E quem passa por aqui que cenas de filme tem para partilhar?
6 de março de 2013
Palavrões
Já li sobre este assunto pela blogosfera fora mas não tendo propriamente o dom da originalidade também eu quero opinar sobre isto. Porque há palavras que não o sendo soam-me a palavrões horrendos e há uma de uso corrente que odeio (ouvir e dizer), aqui vai: maçaneta (até escrita é feia)! Há muitos mais mas esta dá cabo de mim... Coisas parvas eu sei.
Sintam-se à vontade para partilhar as vossas palavras mal-amadas da nossa língua.
Sintam-se à vontade para partilhar as vossas palavras mal-amadas da nossa língua.
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Coisas chatas,
Eu e a minha almofada
5 de março de 2013
Segredo (que eu sei que é parvo mas é verdadeiro)
Aqui que elas não me vêem, tenho vergonha de retomar as aulas e as minhas alunas verem a barriga de gelatina que teima em não ir embora...
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Coisas chatas,
Eu e a minha almofada
4 de março de 2013
reencontros
Vi-o à minha frente, parado, de costas voltadas. Só precisei de uns segundos para confirmar que era ele, a mesma sobriedade, a mesma robustez. Trouxe-me saudade e recordações, apeteceu-me ve-lo mais de perto, tocar-lhe, saber por onde tem andado e se está bem mas achei melhor não, passado é passado. Mas gostei de o ver. O primeiro carro do meu marido, o que tinha quando nos conhecemos e onde começamos a namorar, aquele VW comercial cinzento que há-de ficar para sempre nos nossos corações!
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Eu e a minha almofada,
Recuerdos
3 de março de 2013
É sentido
O meu aplauso, de pé, a todas as Mães (Mães, não progenitoras) solteiras ou quase, deste mundo!
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Eu e a minha almofada,
Mãe ao cubo
28 de fevereiro de 2013
Literatura infantil
O meu filho mais velho (ainda me soa estranho dizer isto, ainda me soa a novidade) para grande alegria minha, está a descobrir a literatura. Atrevo-me mesmo a dizer que está a deliciar-se com o que descobre o que me deixa deliciada a mim que sou uma apaixonada por livros do conteúdo à forma, ao cheiro e ao toque. Sempre adorei ler para ele, o ritual da leitura da noite dá-me um verdadeiro prazer, por mais pressa que tenha, por mais adiantada que vá a hora, sempre gostei de lhe ler com cuidado, fazer vozes distintas, aprimorar a dicção, acompanhar com gestos e expressões. E ele adora esse momento! Comprar-lhe livros é e continuará a ser, enquanto me for financeiramente possível, algo comum, não faço dos livros presentes, acho-os tão fundamentais como os pacotes de leite que leva na lancheira e muita pena tenho que para muitas crianças não possa ser assim (outro assunto e daria pano para mangas). Mas durante o verão também aprendeu que se pode usufruir da leitura de livros sem gastar dinheiro indo à biblioteca municipal e requisitando-os para leitura domiciliária e muitos foram os livros que lemos por essa via.
No colégio começou a ensaiar o seu papel de aranha na peça baseada na obra "A Fada Oriana" de Sophia de Mello Breyner Andresen e achei por bem comprar-lhe o livro e sugeri a sua leitura. Claro que adorou a ideia e numa semana, bocadinho a bocadinho, lemos tudo. Escusado será dizer que estava tão entusiasmada quanto ele. No fim fez-me perguntas sobre a autora e li-lhe a nota biográfica bem como outros títulos das suas obras. Pediu-me logo para lhe comprar outro, "podes ser tu a escolher mamã". E assim foi, a nossa leitura presente é "O Rapaz de Bronze" e em lista de espera já estão "O Princepezinho" (curiosamente li-o em voz alta para ele quando ele estava na minha barriga) e "A volta ao mundo em 80 dias" (esta, versão infantil), estes escolhidos por ele de uma série de opções que lhe dei para espaçarmos os autores.
O nosso momento da leitura é tão nosso e tão importante que mesmo com o nascimento dos bébés se manteve inalterado, sagrado e já aconteceu os bébés, em vezes alternadas, adormecerem embalados pelas nossas histórias!
26 de fevereiro de 2013
Um spa para o meu ego
Ir com os meus bébés à pediatra, não sei se está incluído no preço, mas é como levar o meu ego ao Spa para umas massagens. Não é só por ela me dizer que eles estão óptimos e lindos (que é a pura das verdades) mas também porque me diz sempre que eu faço tudo muito bem com e para eles; que estou sempre com um ar sereno e tranquilo (é o que digo: engano bem as pessoas que nem desconfiam do meu permanente rebuliço interno); que estou com bom aspecto (era suposto eu aparecer a cheirar mal e de rastas no cabelo?!) e, melhor do que tudo, da última vez disse que lhe parecia que as mães de gémeos eram (muito bem) escolhidas a dedo. Não é para sair de lá inchada? (Só no ego mesmo porque a carteira sai magrinha magrinha.)
24 de fevereiro de 2013
Acerca dos casamentos (perdoem-me a franqueza)
Se há coisa que me irrita solenemente são noivas no altar com cara de enterro. Com franqueza não é um dia festivo? Não estão lá porque o desejaram? Aperaltar-me toda para passar frio numa igreja e ainda por cima ver a noiva com ar tão compungido que mais parece um animal a caminhar para o abate, tenham dó, não tenho paciência! Também me casei, também sei que há grande dose de emoção mas 95% dessa emoção é alegria por oficializar o compromisso com quem se ama, não?! Não é de uma celebração que se trata?! Então, será que parece bem estar na igreja a chorar para logo depois na boda andar a mostrar a liga e usar a gravata do noivo na cabeça?! Poupem-me.
No dia do meu casamento o sr. padre referiu o mesmo assunto pedindo uma salva de palmas para mim pela minha alegria.
Outra coisa que me mexe um bocadinho com os nervos são casamentos feitos à escala de realeza. Ele é limousine, caviar e ostras, fogos de artificio, almoço gourmet, vestidos e fatos com preços escandalosos... Sinto um bocadinho de pena de coisas assim, é um dia festivo, uma celebração, requer cuidado, bom gosto, atenção aos detalhes mas isso não significa gastar fortunas que não se têm, porque o dia do casamento é um dia do casamento, não é o casamento. Infelizes daqueles que esgotam as expectativas nesse dia e querem fazer dele o mais feliz das suas vidas. O dia do meu casamento foi um dia muito feliz, inesquecível mas não foi o mais feliz. A felicidade do meu casamento reside em coisas tão pequeninas como um post it deixado em cima da mesa; a fruta que me é oferecida descascada; um passeio de surpresa; fazer bolachas ao fim de semana; ver um filme a comer guloseimas, como em coisas grandiosas mas sem preço como o nascimento dos nossos filhos.
O casamento, como o amor, é um caminho, o dia do casamento o primeiro passo desse caminho e nesse primeiro passo é indiferente estar descalço ou calçar Louboutins .
E perdoem-me a franqueza só me sinto envergonhada às vezes perante tanta falta de bom-senso.
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Eu e a minha almofada
12 de fevereiro de 2013
11 de fevereiro de 2013
Matar saudades
Já não leio os bilhetes antigos e gastos; já não olho para as fotos felizes e cheias de promessas; já não visto aquele roupão que me fazia sentir próxima; já não ouço aquelas músicas. Estou a matar as saudades.
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Eu e a minha almofada
9 de fevereiro de 2013
Momento super-mulher do dia
Não, não é um disfarce de Carnaval. O momento super-mulher do dia foi aquele em que sozinha dei conta de dois bébés berrões que resolveram sincronizar-se em tudo tudinho e fizeram greve ao sono (mudar fralda, aperaltar, dar biberon, dar chupeta, abanicar a espreguiçadeira, etc etc x2); de uma criança de 6 anos que diz querer ajudar (para fazer jus ao fato de Zorro) mas na realidade só atrapalha e me arranja mais afazeres; despacho duas máquinas de roupa; aspiro uma casa inteira (8 assoalhadas + corredores); verifico wc's (toalhas, papel higiénico, limpeza) e preparo mesa e sala para um almoço de 9 pessoas (o almoço veio feito grata a quem teve a feliz ideia) e ainda me consigo pentear (o ar alucinado acho que não consegui tirar), tudo antes das 13h00! Sou um orgulho... para mim própria.
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Dona de Casa,
Mãe ao cubo
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